Gravação sobre Ricardo Gondim e Teologia Relacional


Estou aki postando essa q é minha primeira "podcast", nesse caso sobre Ricardo Gondim e a Teologia Relacional, sobre as críticas q eu (Johnnÿ) lancei sobre o pastor Gondim e seus seguidores, e tbm as críticas q recebi de outras pessoas. Semana que vem, se Deus quiser, tem mais!

BAIXE AQUI!



Faixa 6 do LP
O que a lua não pôde, não pode, nem poderá
1975
Wolô

6. Duas fáceis e duas difíceis (1:56)

É tão fácil dizer
Uma coisa banal
Que Jesus, podes crer
Foi um cara legal
Que viveu sem temor
Que por nós padeceu
Mas é muito difícil dizer com amor
Jesus, sou teu

É tão fácil amar
Um amigo, um irmão
E dizer: - Vamos lá
Eu lhe dou minha mão
Nós estamos aí
Pra o que der e vier
Mas é muito difícil amar e servir
A quem não lhe quer

Ouvir mais do grande Wolô AQUI!

Bono Vox falando para pastores



Assistam, é muito bom, concordo com o que ele falou.

Ricardinho Gondim de mimimi kkk




Nem ia divulgar essa música agora... mas vamos lá, você pediu, mocinho!

Fisolofando com Cristo

Letra/Música: João "Johnnÿ" Dias

Não adianya filosofar com Jesus
Pois nenhum argumento humano o seduz
Ai "Ricardinho"*, vou dizer pra você
Não adianta tentar a verdade ocultar ou esconder

O meu Deus é onipotente
Onisciente, onipresente
Inefável, inescrutável
Infinito, incomparável
Quem somos nós pra questionar
O que Ele faz ou deixa de realizar?

Tanta gente quebrando a cabeça
Deixando a mentira fazer com que esqueçam
Que toda forma de tentar esconder sua dor
Só faz prolongar a distância da vontade do Criador

Você planta, rega
Mas Deus é que faz que a erva cresça
Quem é você, Jonas, pra questionar
O que Deus faz, Ele se responsabiliza

Tá na hora de parar de "fisolofar"

*"Ricardinho" é uma "homenagem" a um certo "pastor" ai...

E repito: na época de Jesus, os surdos clamavam por ouvir, e os cegos por ver. Hoje em dia, os surdos continuam querendo ser surdos e os cegos se cegam mais!

"Que estou fazendo se sou cristão?"

Quando João Dias de Araújo, então com 36 anos, fazia mestrado em teologia de Calvino no Seminário de Princeton, nos Estados Unidos, o maestro brasileiro João Wilson Faustini, também residente naquele país, lhe sugeriu que escrevesse a letra de um hino que falasse sobre o compromisso dos cristãos contra a injustiça e a miséria social. Foi assim que nasceu, em 1967, o hino “Que estou fazendo se sou cristão?”, que aparece na última edição do Hinário para o Culto Cristão, da Convenção Batista Brasileira (nº 552) e em outros hinários. Hoje, João Dias de Araújo, 75, casado, cinco filhos, é professor do Seminário Batista do Nordeste e pastor da Igreja Presbiteriana Unida de Feira de Santana, na Bahia. A música é do médico e pianista presbiteriano Décio Emerique Lauretti, residente em São Paulo.

Para sacudir a igreja brasileira, seria muito bom se todos os cristãos de nosso injusto país cantassem com freqüência o hino ao lado:



Que estou fazendo se sou cristão?

Se Cristo deu-me o seu perdão!

Há muitos pobres sem lar, sem pão,

Há muitas vidas sem salvação.

Meu Cristo veio prá nos remir:

O homem todo sem dividir.

Não só a alma do mal salvar,

Também o corpo ressuscitar.

Há muita fome em meu país,

Há tanta gente que é infeliz,

Há criancinhas que vão morrer,

Há tantos velhos a padecer.

Milhões não sabem como escrever,

Milhões de olhos não sabem ler

Nas trevas vivem sem perceber

Que são escravos de outro ser.

Aos poderosos eu vou pregar

Aos homens ricos vou proclamar

Que a injustiça é contra Deus

E a vil miséria insulta aos céus.



Publicado na ULTIMATO

Pastor ladrão chama blogueiros de filhos do diabo



FILHO DO CAPETA É QUEM ROUBA, MATA E DESTRÓI! PORQUE PELOS FRUTOS OS CONHECEREIS! FILHO DO CAPETA É QUEM ROUBA NOSSO DINHEIRO, MATA NOSSA FÉ E DESTRÓI NOSSA ALMA! FILHO DO CAPETA... ACHO Q COMBINA COM VOCÊ ESSE NOME, SILAS MALAFAIA!!!

Um ladrão SAFADO desses me chamando de filho do diabo??? ASHUSAHSAUHSAUHSAUHSAUHSAUSHAUSAHUSAHUSAHUSAHSUAHSUHASUHAUSHUASHUASHUAHSUAHSUAHSUHASUHASUHSAUHSAUSHUAHSUHASUHAUSHAUSHUASHUASHUASHUAHSUAHSUSHAUHSA VOU MORRER KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Vou postar isso na seção humor do blog, pq só pode ser piada kkkkkkkkk

Ah, eu tive coragem de pôr seu vídeo lamentável aki, tá? Espero que o senhor esteja satisfeito!

Alguns conselhos para o músico evangélico


Por Antognoni Misael

A história da música na igreja já passou por diversos estágios até ter se tornado o que de fato é no século XXI. Decerto esta história é bem mais antiga do que pensamos – a saber, que Deus fez uso da música desde o princípio do mundo e até hoje continua se agradando de suas variedades. Uma versão da bíblia, em espanhol, de Casiodoro de Reino, de 1969, apresenta a seguinte redação de Ezequiel 28.13: “Teus tambores e flautas estiveram preparados para ti no dia da Tua criação”. Não obstante, a primeira citação relacionada a música nas Escrituras acontece com Jubal, filho de Lameque, tido como “o pai de todos os que tocam harpa e flauta" (Gn 4:21); outras passagens relatam sobre Moisés e o povo de Israel quando cantavam (Êx 5.1); Miriã, irmã de Arão e Moisés, que além de cantar e tocar também dançava (Êx 15.20-21); os cânticos de Davi (2Sm 22.1), e a exímia arte de compor canções, do seu filho Salomão (1Rs 4.32); Jesus cantando com seus discípulos (Mt 26.30), e o episódio de Paulo e Silas na prisão louvando ao Senhor (At 16.25).

Certamente na Bíblia não encontramos um livro ou capítulos específicos sobre música, assim como não existe nenhuma contribuição relacionada a técnica, ao sistema tonal, ritmos, harmonizações, técnica vocal, etc. Alegoricamente a Bíblica deixa implícito que há outras fontes de pesquisa, estudo e sistematização adequadas para um preparo correto e coerente para a função do músico na eclésia, visto que a música (como ciência e arte) é uma cultura mutável de acordo com etnias e lugares e seria ilógico deixar para a Igreja um padrão estético pré-moldado – sem falar que a Bíblia não é um fonógrafo.

Decerto, o que aconteceu foi um acompanhamento natural da história da música na igreja com a própria História da Música Ocidental – tratando-se, claro, de ocidente. Não precisamos de longos estudos pra entender que quando o Rock, a Balada e o Pop, (e em menor grau o Blues, Jazz, Samba, Forró, etc.) entraram definitivamente nos repertórios congregacionais das igrejas brasileira na década de 90, só assim o fizeram porque já estavam normalizados na Música do Ocidente. Isto se torna um problema na medida em que não sabemos posicionar nossos conceitos por desconhecer nosso próprio passado, tanto como igreja, quanto como músico.

Atualmente muitos dos que compõem a comissão de frente nos cultos solenes adoram serem chamados de levitas, de serem respeitados, e/ou até vistos como um “canal sagrado” de bênçãos e unções durante as ministrações. Na verdade, o que percebo de perto – como músico “deslevitado” que há 14 anos vive ecoando acordes dentro e fora da igreja - é um certo relaxamento por parte de muitos músicos e líderes envolvidos com a área.

Não há dúvidas de que é importantíssimo na vida de um músico cristão o zelo pela assídua frequência no templo, oração e leitura bíblia. Contudo ainda não é tudo! Ser músico a serviço de Deus é algo que abarca vários detalhes imprescindíveis (principalmente nos dias de hoje onde a música gospel, parece não ter nada do Gospel) para que “verdadeiro adorador” seja um adorador da Verdade.

Fiz algumas observações que considero importantes para os músicos que ministram na igreja:

1) Além de uma vida de adoração, devoção e piedade, busque se aprofundar no estudo musical. Como alguém pode dar o melhor a Deus se não busca aperfeiçoamento técnico? Saiba servir também com um bom instrumento, com belos acordes, ritmo e uma excelente afinação. Isso seria o Básico!

2) Leia bastante sobre a história da igreja e sobre história da música para que você se situe no tempo e espaço. Por exemplo, pra se ter uma idéia, foi apenas no século XVI, na Alemanha, que a igreja protestante liderada por Lutero, desenvolveu a tradição de compor hinos populares cantados em alemão na forma coral (substituindo o cantochão medieval em latim). Então após reforma, tal formato de hinos passou por um processo de “canonização” evangélica, repelindo qualquer aceitação de outras canções senão aquelas dos hinários, entendidas como “as músicas inspiradas por Deus”. O curioso é que essa tradição européia chegou até o Brasil através da colonização e resistiu, a grosso modo, incrivelmente até os idos de 1970.

3) Conheça as funções normais da música e desconstrua a ideia de que ela é sinônimo de adoração. Além de arte, Música é linguagem. Na cultura africana ela tinha uma função especifica de comunicação, o toque dos tambores serviam para um aviso ou chamamento; o que da mesma forma ocorre na ordem unida do militarismo em geral. Atualmente ela tem utilidades peculiares como fundo musical, jingle de comerciais, movimentação sonora para shoping, etc. Na igreja ela pode ser utilizada para: louvor, adoração, comunicação do evangelho, confraternização, entretenimento, casamentos, ensino, testemunho. Ou seja, é bom que o músico saiba qualificar cada música na função especifica, de forma oportuna com os momentos de culto.

4) Procure entender como surgiu a verdadeira música estilo Gospel. Com a segregação racial, no início do século XIX algumas igrejas negras (Batista, Metodista, dentre outras) desenvolveram a música Gospel, que foi resultado de uma miscelânea entre as canções de trabalho (worksong’s) entoadas pelos negros escravos, músicas folclóricas, blues and Jazz, decorrendo em características congregacionais com envolvimento alegre e emotivo entre os fieis. No Brasil, por volta dos anos 90, o Gospel surge como uma marca patenteada por um clã específico, e legitimada por vários grupos que notaram o potencial rentável do mercado evangélico. Hoje, ser “Gospel” no Brasil é ser Pop, ser Astro.

5) Procure conhecer muita música cristã para servir a igreja local com um repertório edificante. Escute VPC, Grupo Elo, Logos, Sérgio Pimenta, Bené Gomes, Adhemar, dentre tantos, e observe o que ela traz de diferente do Gospel de hoje. Sendo assim, nunca avalie uma canção pela popularidade dela, mas faça uma análise estrutural: letra, mensagem, melodia, harmonia, ritmo, respaldo bíblico. Para que a análise seja bem sucedida não esqueça de que o conhecimento teológico, crítico-musical precisam estar bem afiados.

Estes pequenos conselhos não são frutos de excesso de conhecimento, mas de uma longa aprendizagem, cheia de acertos, mas também repleta de erros. O que não podemos fazer é desistir de sermos melhores para Deus e para as pessoas. (1Co 10.31)

Postado por Antognoni Misael em Arte de Chocar.

Estudo Bíblico LOUVOR E ADORAÇÃO

Louvor e Adoração


A Igreja existe para adorar a Deus. Certo pastor foi interrogado a respeito da quantos adoradores havia na sua igreja. Ele respondeu que haviam 400 pessoas assentadas nos bancos, mas adoradores mesmo, ele não sabia.
Adorar é glorificar a Deus em tudo. Toda a vida do cristão deve ser de adoração. Pecado é a desistência de adorar, o que pode ser definido como idolatria.
Compartilhar com Deus é viver em constante dar e receber de Deus. Quando o homem foi criado, era à imagem e semelhança do seu Criador – tinha prazer na Sua presença. Depois o homem caiu e perdeu essa semelhança, e agora foge do Criador: Quebrou-se a adoração, criou-se uma barreira. O homem como nós não sente mais o desejo da presença de Deus para sentir-se bem, busca a satisfação nos seus próprios desejos e prazeres, no possuir, no ter, no valorizar a si mesmo, ser dono do seu próprio jardim. Não quer ser mais jardineiro.

1. Qual a finalidade principal do homem?

A finalidade principal do homem é cultuar a Deus e gozá-lo para sempre. É importante notar esta ordem: em primeiro cultuar e depois gozar, pois a mudança da ordem da seqüência trará conseqüências funestas para o homem: O homem nunca terá gozo e verdadeira realização, se não buscar a glória de Deus no seu culto, em primeiro lugar.
O homem é salvo por conhecer a Deus (Jo 4:22); o conhecimento de Deus vem através de Jesus Cristo (Jo 17:3). Quando o homem adora a Deus, ele está cumprindo a razão da salvação. Em Jo 4:23 encontramos como adorar a Deus em Espírito e Verdade.
Em resumo conhecer é o fundamento da salvação; adorar é a razão da salvação; em Espírito e em verdade é a maneira de adorar.

2. Definição de adoração

Uma definição completa de adoração está em I Co 10:31 e em IPÊ 4:11, podendo resumi-las assim: Adoração é glorificar a Deus em tudo. Não só na Igreja, mas nas ações, nos pensamentos, no falar, passeando, trabalhando, em cada atitude. Temos que fazer tudo para a glória de Deus. Toda a vida é ou deve ser de adoração. Quando esta adoração cessa, há pecado. Pecado é a


desistência de adorar a Deus é adorar outra coisa que não seja Deus, é colocar coisa no lugar de Deus.
Adorar Deus é amá-lo, temê-lo e servi-lo; isto inclui corpo, alma e Espírito.

3. Prática da Adoração no Antigo Testamento

3.1 Sacrifício
O salário do pecado é a morte. Como os atos do homem são pecaminosos, ele deveria morrer. A alternativa dada por Deus é a de um sacrifício que substitui o próprio homem, pagando a dívida estabelecida pelo pecado. No conceito do A.T. seus pecados são cobertos pela vida de um animal sacrificado. Gn. 8: 20 e Hb 10: 3

3.2 Sacerdócio
O homem não pode entrar na presença de Deus por causa do seu pecado. O sacerdote então, purificado do seu pecado, entra na presença de Deus, intercedendo por todo o povo. O sacerdote substitui o homem por causa de sua pecaminosidade. A prática do Culto é feita por intermediário.

3.3 Local
No conceito do A. T. o local para a prática da adoração é o Templo, onde a glória (Shequiná) de Deus habita, se manifesta.Dt. 12:11-14

Estas 3 coisas : sacrifício, sacerdócio e local são a manifestação da aliança de Deus para com o seu povo.

 Outros aspectos
Reconhecendo a sua posição – Salmos 24: 1-2
Culto interno – Salmos 24: 3-4
Benefícios no culto – Salmos 24:5
Local do culto – Salmos 84:1
Na aflição – Salmos 84: 2ª
No júbilo – Salmos 84: 2b / ICR 15: 28-29
Cortejo de Deus – Salmos 68: 24
Com ordem – Salmos 68: 24
Procuravam adoração – Salmos 63: 1-4
Buscavam santificação – Salmos 63: 5-8

4. A Adoração no Novo Testamento

Cristo agora estabelece uma nova aliança, onde Ele é o sacrifício, o sacerdote e o templo. Estes temas são desenvolvidos mais especificamente no livro de Hebreus.



4.1 Sacrifício
Jesus se ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados, uma vez por todas. Hb. 9:11-14
4.2 Sacerdócio
Em Cristo, somos constituídos reino e sacerdotes para Deus. Cristo é o mediador, e se Cristo está em nós, somos então, mediadores. Ministros e membros da Igreja são sacerdotes. Todos podem dirigir o culto sendo mediadores. Hb.7:26-29; Hb.10:19-22; IPe 2: 9; Ap. 5:10.
4.3 Local
Cristo é a pedra viva, Ele, estando em nós, nos edifica a casa espiritual para sermos sacerdócio santo. Nós somos o santuário de Deus. A morada de Deus não é mais o templo constituído por mãos humanas, mas sim, a casa de Deus edificada por pedras vivas que vivem, formando o tabernáculo da nova aliança. I Pe. 2:5; Hb. 9:24; ICo 6:19-20; 12 e 3:16-17.

 Contraste entre a velha e a nova aliança

Este culto tem mais glória que o primeiro. Em II Co.3:7-8; vemos o exemplo de Moisés que cobria sua face para que o povo não atentasse na terminação do que se desvanecia (a glória de Deus refletida no seu rosto).Hoje não precisamos de véu porque o Espírito Santo que habita em nós, permite que tenhamos o rosto desvendado para recebermos a glória do Senhor, essência do culto. II Co 3:12-18
O culto verdadeiro produz resultados. Tem que transformar o cultuante. O culto tem que separá-lo para Deus prepará-lo para o mundo. O agente da transformação é o Espírito Santo de Deus, o alvo da transformação é a imagem de Cristo e o resultado é a glória.
Não podemos adorar por nós mesmos. Há necessidade da atuação do Espírito Santo para passarmos das sombras para a realidade. Ninguém pode guardar a letra, a “letra mata”, mas o espírito vivifica, então nossa adoração deve ser feita pelo Espírito. II Co. 3: 5-6

 Outros aspectos do Culto verdadeiro:

Gozo da presença de Deus - Mt. 27:46
Obediência a verdade – IPe. 1:22
Regeneração - IPe. 1:23
Renovação espiritual - IPe. 1:25
Afastamento do pecado - IPe. 2:1
Produz desejo de relacionar com Cristo - IPe. 2:2-3
Produz atitude - IPe. 2:4
Nos entregamos a Deus – IPe 2:4
Temos comunhão com Deus e com os irmãos –Mt 18:15-20/ ICo 12; 14:3-5


5. A prática ritual da adoração : o que faço quando adoro?

 Rito Externo – a forma, prática religiosa
Sempre existirá a forma de cultuar a Deus. Aliás, é necessário tomar cuidado com a frase moderna: “Culto sem religião”, porque adorar exige também uma forma: ritos, hinos, cultos, reuniões, etc. É errônea a idéia de abolir a igreja local, por causa da hipocrisia que existe dentro dela, ou qualquer outra causa atribuída por pessoas que estão propagando esta idéia. Exemplo disto está na própria bíblia, quando nos mostra o céu, quando adoraremos perfeitamente e totalmente a Deus, iremos também nos curvar, cantaremos hinos, e isto sem dúvida nenhuma é uma forma externa de culto.

1) Formas de expressão:
Compartilhando - Salmos 9:1; Salmos 105:2
Com instrumentos – Salmos 149 :3
Cantando – Salmos 28:7; Salmos 89:1
Salmodiando – Salmos 30:4; Salmos 47:6
Dançando – Salmos 150:4; Ex. 15:20
Com palmas – Salmos 47:1; Salmos 98:8
Com bandeiras – Salmos 20:5
Erguendo as mãos – Salmos 134:2; Salmos 63:4
Orando – Fl. 4:6
Com os lábios – Salmos 63:3; Salmos 119:171
Com ações de graça – Salmos 147:7; Salmos 92:1; Salmos 136:1
Bendizendo – Salmos 134:1

A.1 Não ao julgamento
Romanos 14
I João 1:7

A. 2 Rito interno – a adoração em espírito e em verdade
Sem dúvida é uma parte muito importante, pois sem ela, o culto externo perde o seu valor (Is 1:10-16; I Sm 15:22)
Isto prova como o rito em si mesmo não tem valor algum, aliás, se não for acompanhado pelo culto interno, o Senhor o tem abominável.
O rito interno pode ser apresentado através de três idéias.



B.1 Meditação

Quando está adorando, o homem faz uma idéia de Deus, imagina como seria Deus. Não tentando estabelecer uma idéia fotográfica d’Ele ou uma imagem física na mente, mas usando palavras bíblicas, ou expressões que definam Deus. Is. 6:1

B.2 Necessidade

O homem, quando entra na presença do Senhor, vendo a sua grandeza, santidade, e poder, precisam reconhecer a sua pequenez.
O homem que não sente sua condição de pecaminosidade está sem condições de estar na presença de Deus, não podendo verdadeiramente adorá-lo. Quando vemos a glória de Deus, nosso pecado é perdoado em Cristo Jesus, a nossa adoração vai estar temperada de temor e tremor. Salmos 47:2; Is. 6:5

B.3 Coração Teocêntrico – base da verdadeira adoração

Reconhece os atributos de Deus Salmos 139:7-9; I Co 29:11-13
Reconhece o senhorio de Deus I Co 10 :31; II Co 5:15 Fp. 1:21;
Rm 8:28; At. 16:25
Reconhece as obras de Deus – Salmos 40:5; Salmos 111:1-2
Lc. 19:37
Louva com entendimento – Salmos 47:7; I Co 14:15
Louva com o coração – Salmos 138:1
Com gratidão Cl. 3:15; I Ts 5:18
Com ações de graça Salmos 147:7; Salmos 92:1
Constantemente Salmos 71:6; Salmos 146:2
Espontaneamente Salmos 51:15; Is. 51:1
Só por causa da graça Hb. 13:15; Rm 5:1-2

O Homem sente a alegria de estar perdoado, por se sentir realizado intimamente, cumprindo a finalidade para qual Deus o fez, o criou. É impossível o homem gozar da presença de Deus antes de adorá-lo verdadeiramente.

6. Conclusão geral

O Senhor procura verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade, mas esta busca não está sendo satisfeita. Temos muitas pessoas no culto, nas igrejas, mas pouco adoradores.
O fruto de uma adoração genuína é o gozo e realização interna. Porque não estamos sentindo isso? Quantos adoradores existem na sua igreja? Você está sendo um adorador verdadeiro? Que você vai fazer agora?

Extraído do site dos Vencedores por Cristo
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