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"O caminho é todo meu!"

Recentemente li com tristeza uma entrevista de 2007 com a cantora Eva O (ex-Christian Death, uma banda secular de death rock, pra ser mais exato, a primeira do gênero) para a revista Deathrock. Na entrevista, a cantora, que até então, desde 1993 seguia carreira solo com discos que aparentavam uma conversão ao Evangelho autêntica, a mesma simplesmente disse "Eu não tenho problemas com o cristianismo, apenas NÃO posso seguir esse caminho... EU SEI O CAMINHO, e não preciso me entregar pra Cristo (pra segui-lo)".

Frase extremamente absurda, claro, se pensarmos que como seguiremos O Caminho, se JESUS É O CAMINHO (João 14:6). Mas quantas vezes a gente parece viver isso, sem declarar objetivamente essa realidade em nossas vidas?

Aqui no Brasil temos um outro PÉSSIMO testemunho de famosos que se converteram, chamado Gretchen. Já gravou INCLUSIVE DOIS discos "góspel", "Jesus Dance" de 1996 e "A Nova Gretchen Restaurada" de 1997 - só deixando claro que eu nunca parei pra ouvir heim kkkkk. Mas de "nova Gretchen" e "restaurada" ela não teve e não tem nada. Diversas vezes ficou num io-iô infeliz, uma hora estava na igreja, casava, depois separava, saia da igreja (ou não), posava nua, casava, voltava pra igreja, separava de novo, posava nua novamente, casava, fez filme pornô (!), separava, enfim, mó doideira. E o pior: de 2000 pra cá aparentemente a pessoa insiste em se declarar evangélica, mesmo vivendo um Evangelho falso e com um conhecimento Bíblico deplorável para tentar discutir com homens de Deus sobre realidades bíblicas como a proibição divina do homossexualismo, só pra citar um exemplo (e ainda por cima num programa de inutilidade pública como o Superpop).

Mas... quantas vezes nosso conhecimento Bíblico não é muito diferente?

Quantas vezes queremos tomar nossos próprios meios, achando que não precisamos conhecer integralmente a vontade de Deus?

Vejo quantos cristãos concordam em fazer justiça com as próprias mãos, concordam em viver do jeito que tá que "Deus entende", até em discussões sérias como a questão do ativismo gay por exemplo, que muitas vezes vejo não argumentos inteligentes, respeitosos e que defendam a fé cristã sem agredir diretamente os ímpios, mas bravatas, pessoas defendendo o pastor tal, ameaças, todos estimulados por fundamentalistas que estão querendo tornar o Evangelho nesse país tão desrespeitado quanto é atualmente nos EUA, graças aos fundamentalistas imbecis de lá. O resultado disso se vê agora, com um monte de manifestações exageradas da parte dos próprios homoafetivos, se beijando em meio a cultos protestantes e até se vestindo de Jesus de maneira a blasfemar do Seu Nome.

Sim, essas coisas iriam acontecer. "O amor de quase todos esfriará" (Mateus 24:12), levando a ampliar mais e mais a iniquidade que já estava em pleno vapor de multiplicação. O mal do cristianismo atual é permanecer com atitudes de sectaristas e monásticos isolando-se do mundo ao invés de guiá-lo para dentro do rebanho cristão. E tudo isso porque tomamos nossas medidas pessoais ao invés de resgatar a essência do Evangelho simples e sem preconceitos que havia desde os tempos de Jesus. Recomendo inclusive a leitura deste artigo aqui para quem quer se aprofundar nessa temática.

Nossos erros se baseiam no fato de muitas vezes nos acharmos sábios demais a ponto até de nem precisar mais do Espírito Santo nem da Palavra de Deus e autossuficientes (I Coríntios 1:17-31; 4:8). Esse tipo de atitude suicida é que está transformando o Perfume de Cristo em fedor e repúdio diante dos homens. Que tem nos levado a viver como cristãos apenas nominais, pois a realidade de Cristo passa por nós apenas como uma brisa insípida e curta. Até quando viveremos nos nossos próprios meios? Até quando iremos ignorar a submissão à Vontade de Deus para conhecermos NELE o Caminho a seguir e seguir COM ELE (Mateus 11:29)?


Quantas vezes os meus próprios meios
Me levaram a lugar nenhum
Cada passo dado era um erro
Que me afastava do objetivo
Buscar as coisas certas da maneira errada
É o mesmo que nadar contra a maré
Lutando pela nossas próprias coisas
Já entramos na batalha derrotados
Mas é tempo de abrir os olhos
Pois não temos pra onde correr
E entender que sem o Pai não somos nada
É o primeiro passo rumo à vitória
Eu ando pela força do Senhor
Eu vivo pelas suas promessas
A cada dia mato um leão
A unção de Deus está em mim
Quantas vezes os meus próprios meios
Me levaram a lugar nenhum
Buscar as coisas certas da maneira errada
É o mesmo que nadar contra a maré
Lutando pela nossas próprias coisas
Já entramos na batalha derrotados
Mas é tempo de abrir os olhos
Pois não temos pra onde correr
E entender que sem o Pai não somos nada
É o primeiro passo rumo à vitória
Eu ando pela força do Senhor
Eu vivo pelas suas promessas
A cada dia mato um leão
A unção de Deus está em mim

Oficina G3 - Meus Próprios Meios


Fé cega, faca amolada

A quem interessa reduzir a essência amorosa e transformadora da mensagem de Jesus à agenda moralista? CARLOS BEZERRA JR.

“Novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” | João 13:34 e 35

 Quando Rosa Parks se negou a ceder seu lugar no ônibus a uma mulher branca, nos Estados Unidos dos anos 1950, havia um pastor ao seu lado para protestar contra segregação racial. Ele liderou esse movimento por anos. Enfrentou ameaças e ataques. Seu nome era Martin Luther King. E sua participação foi decisiva na luta contra a discriminação não só nos transportes, mas em toda a sociedade norte-americana. Foi assassinado brutalmente. Mas virou herói em seu país, e, hoje, não é possível falar de Direitos Humanos ou minorias sem citar sua enorme contribuição. Esse movimento de mais de 60 anos atrás me lembra de que, quando a fé encontra a ação política profética, não precisa necessariamente se transformar em acusações, falso moralismo ou hipocrisia. Antes, pode ser traduzida em ação contra a injustiça, a favor da inclusão e pela paz. Infelizmente, porém, parece que o modelo capaz de combinar atuação pública relevante e cristianismo genuíno está sendo ignorado por alguns daqueles que resolveram se dizer porta-vozes da Igreja brasileira. Tenho acompanhado com perplexidade – e, tenho de dizer, com constrangimento – o noticiário dos últimos dias. A conclusão é óbvia: a plataforma dos Direitos Humanos virou palanque predileto de um certo povo lá de Brasília... Usar tema dessa importância só pra se promover já não seria coisa boa. Porém, se ao menos estivessem batendo bumbo contra a corrupção, a violência e a injustiça vá lá... Mas não. O que estão fazendo é acentuar preconceitos e rancores, estimular a exclusão e o racismo, e defender a intolerância. E o pior: tudo isso em nome de Deus (e no meu e no seu nome também!).

É evidente que, num país democrático, ninguém pode impedir quem quer que seja de expressar suas opiniões, valores e crenças. E o princípio vale também para nós, evangélicos, que temos de ter liberdade para dizer o que pensamos. Não se combate intolerância com intolerância, nem fundamentalismo com mais fundamentalismo. Sem dúvida, repudio qualquer tentativa de cerceamento desse direito. Porém, não podemos nos esquecer de que Jesus veio a esse mundo com a missão de salvá-lo e não de acusá-lo. Quem me conhece, sabe da minha militância de quase 20 anos pelos Direitos Humanos. Sabe de minha luta e da luta do grupo que represento para garantia de direitos aos pobres, aos injustiçados, aos mais fracos, aos escravizados... E, na semana que passou, fui ao microfone do plenário e me posicionei contra essa redução da agenda bíblica de transformação social a questões de sexualidade. No entanto, não protestei como ativista do tema: discursei como cristão. Fui ao microfone e critiquei esse modelo de política e púlpito que explora questões étnicas ou de sexualidade em troca de lucro eleitoral (ou seja, voto). Mas, sobretudo, usei meu pronunciamento para pedir perdão. Sim, dirigi-me aos não-crentes, àqueles que não professam a mesma fé que eu e você, e pedi que nos perdoassem se, de alguma forma, o barulho que está sendo feito os estiver impedindo de entender a verdadeira mensagem de Jesus. Há mais de dois mil versículos na Bíblia falando sobre o cuidado com os pobres e aproximadamente seis tratando sobre homossexualidade, por exemplo. No entanto, não se vê nenhum projeto para atender a quem sofre.

Pergunto: Quantas vezes Jesus falou sobre homossexualidade? Respondo: Nenhuma... No topo da lista dos confrontados pelo Mestre estavam os homossexuais? Ou eram os hipócritas religiosos de Sua época? Por que, então, super explorar alguns temas de forte apelo eleitoral e desvalorizar outros, claramente enfatizados pela Bíblia e por Jesus? A quem interessa colocar esse tema de modo tão presente na agenda? Será que esses que fecham os olhinhos diante das câmeras da imprensa, parecendo muito espirituais, não os mantêm bem abertos, fixos nos votos que podem tirar de todo esse teatro? “Errais não conhecendo as Escrituras”, diz a Palavra. E o problema fica ainda mais agudo quando esse discurso sem amor ou sabedoria contamina algumas igrejas. Aí, é mesmo como na velha música: fé cega, faca amolada. Crentes sinceros têm aderido a essa ideologia esdrúxula, sem saber que estão assumindo uma agenda que nada tem a ver com os reais desejos do coração do Pai. Atenção, caro leitor. Não estou propondo que essa ou aquela prática seja, agora, legitimada. Há questões que são específicas da Igreja. E outras que são de Estado. Não apoio aqueles que tratam a nós, evangélicos, como ignorantes. Minha fé e minha consciência cristã não estão alinhadas a esses que querem impor no grito sua condição como regra. Defendo que respeitem a nós, evangélicos, com o mesmo respeito que têm exigido. Porém, o que acontece é, no meio de todo esse barulho, a ideia de cristianismo transmitida está errada. O testemunho público está ruim. Pesquisa recente, realizada pelo Barna Group, nos Estados Unidos, questionou jovens não-cristãos sobre sua percepção sobre os cristãos. O resultado? Para eles, a principal característica dos crentes é a de ser anti-homossexual. Triste conclusão a de que cristãos estejam se tornando mais conhecidos pelo que são contra do que pelo que são a favor. Vale a reflexão. Essa com certeza não era a impressão que as pessoas tinham ao encontrar Jesus ou os irmãos da primeira Igreja. Perde-se tempo com posições discussão de modos e costumes, quando uma agenda cristã contemporânea, biblicamente fundamentada, conduzida com honestidade e humildade, poderia diminuir a violência, lutar por melhores condições de saúde, erradicar a pobreza e a escravidão moderna, cuidar da Criação, fortalecer as famílias, promover o respeito à sacralidade da vida humana e sua dignidade intrínseca – bem ao contrário dos absurdos que temos visto. A esses pastores ou políticos que se autodenominam defensores dos evangélicos, lembro que a Igreja já tem em Cristo o seu maior e suficiente defensor. As vozes cristãs que mais foram ouvidas e mais transformaram a história da Humanidade não foram essas que se apressam em julgar e condenar. Foram aquelas que pregaram e viveram a essência da mensagem de Jesus: o amor, a paz, a justiça, o perdão, a tolerância, a não violência, a defesa dos mais frágeis, a vida com integridade. Foram vozes que se levantaram contra o racismo e a hipocrisia religiosa. Salve Mandela, salve Desmond Tutu, salve Martin Luther King, Bonhoeffer, Wilberforce, Jaime Wright, Robinson Cavalcanti! Com esses, estou alinhado, hoje e sempre.

 CARLOS BEZERRA JR., é pastor, médico e deputado estadual. É líder do PSDB na Assembleia Legislativa-SP e vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos do Estado de São Paulo. Autor da lei que criou o Programa Mãe Paulistana e da nova lei paulista contra o trabalho escravo. Acredita que a missão do cristão na política seja a definida pelo texto de Salmo 82, nos versículos três e quatro: “Vocês estão aqui para defender os indefesos, para assegurar que os prejudicados tenham uma chance de justiça. O trabalho de vocês é proteger os fracos, perseguir os que os exploram”.

Últimas palavras sobre o PLC 122

DeNorma Braga

Vivemos em um país democrático. Apesar dos mandos e desmandos do partido trabalhista no poder, não podemos sequer por um segundo comparar o Brasil com a China comunista (onde ainda hoje o acesso à internet é controlado), com a Cuba socialista (onde se prendem e matam dissidentes políticos), com países em que o islamismo é a religião dominante (onde gays e cristãos são assassinados com a conivência do governo e do povo). De modo geral, os brasileiros têm asseguradas suas liberdades fundamentais.

No entanto, há aqui uma perseguição não-violenta, que com raras exceções é informal, subjetiva e dispersa — uma perseguição que não vem com força de lei, mas é exercida de acordo com preferências pessoais, acentuadas segundo as circunstâncias. Não juntei à toa “gays e cristãos” no parágrafo acima: assim como são igualmente visados nos países muçulmanos, acredito que, no Brasil, ambos os grupos se assemelham no modo de perseguição sofrida. Chocante a ideia? Explico.

Nas universidades públicas, onde caminhões de literatura “libertária” anticristã são despejados há décadas, os perseguidos da vez são os cristãos, associados a um conservadorismo rançoso e a estreiteza mental. O estudante cristão precisa aguentar calado em sala de aula uma quantidade impressionante de bobagens sobre o cristianismo, quando não se depara com insultos diretos, tanto do professor quanto das obras que precisa ler. Deve cuidar para não sentir-se desmotivado ao ouvir, vezes sem conta, que o conteúdo das matérias que estuda “é incompatível com a fé cristã” ou que a abertura de espírito necessária à investigação científica é inversamente proporcional a sua lealdade religiosa. Se teima em proclamar o que crê em alto e bom som no ambiente universitário, ou se apenas decide integrar o cristianismo a seus horizontes como um dado a mais, o aluno é tolhido em seus trabalhos e vigiado em sua trajetória. Caso escolha a carreira acadêmica, se não for barrado pelos professores da bancas, será considerado pela maioria um outsider, indigno de apreciação intelectual verdadeira. E o mesmo banimento dos cristãos pode ser verificado na quase totalidade dos veículos de produção cultural do país.

E onde os gays são mais perseguidos? Não é na família em primeiro lugar: hoje, pai e mãe aceitam com cada vez mais naturalidade a “opção” dos filhos. Não é no ambiente escolar e acadêmico: professores gays que se assumem são até considerados mais divertidos. Em funções associadas a moda, beleza e artes em geral, o gay que sai do armário é recebido com palmas. Talvez o profissional encontre alguma dificuldade em meios que exigem maior sisudez, como o do direito. Mas creio que a discriminação mais pesada se dá nas vias públicas, nos ajuntamentos, onde se suscita muitas ocasiões para a perda das boas maneiras. Já presenciei uma espécie de bullying insistente sofrido por um homossexual bem feminino que caminhava pelas calçadas do centro de Niterói. As provocações duraram o trajeto de uma rua inteira e os machões que as proferiam se sentiam totalmente à vontade. Abomino esse tipo de coisa e não queria estar na pele dele/dela naquele momento. Quanto à violência, a história é outra: quem surra e mata homossexuais também surra e mata índios, mendigos, mulheres, estrangeiros ou qualquer outra pessoa em situação de vulnerabilidade. Estou falando de perseguidores, gente que até pode ser imbecil, mas que é normal; não de psicopatas.

Como na universidade tanto alunos como professores gostam de mostrar-se liberais (dá status), não há muita ocasião para manifestações contra gays. Pelo contrário: na Letras, por exemplo, há uma linha de estudos todinha dedicada a eles. (Não há, que eu conheça, uma linha de estudos que seja cristã.) Por outro lado, os cristãos não estão livres do bullying, nem em suas próprias famílias, nem entre amigos. Quando me converti, aguentei inúmeras piadas e expressões de desagrado. E também perdi amigos. Há quem tenha perdido o afeto de toda a família, sobretudo quando seus membros eram muito apegados a outras religiões. Sei que gays passam pelas mesmas tristezas. Nem sempre essa faceta difícil é revelada em público pelos crentes, pois preferimos falar de Jesus (o objeto de nossa fé) em vez de insistir em nossas desventuras (que são ínfimas se comparadas à alegria da salvação).

E aqui chego a meu ponto. Sim, somos perseguidos de modo semelhante. Mas há uma diferença, ou melhor, duas. A primeira é política: no Brasil de hoje, a simpatia generalizada pelo homossexualismo se tornou uma conquista prioritária para o governo. A midia e instituições de ensino (debaixo de um controle estatal grande demais para nossa condição de país democrático) têm refletido várias estratégias massivas para ganhar essa simpatia (a última delas foi o tal “kit gay”). Quanto aos cristãos, o normal e aceitável há muito tempo é a antipatia generalizada: falar mal de padres e pastores, inventar personagens “evangélicos” caricatos e histriônicos para as novelas, fazer piadas sobre o Deus da Bíblia, ridicularizar a fé, tudo isso é até “bonito” aos olhos dos formadores de opinião. Assim, podemos afirmar que os dois grupos estão em condições bastante desiguais: as consequências da perseguição anticristã são mais graves, pois não temos o governo como parceiros no fomento de uma imagem mais aceitável — e nem queremos: do governo, só esperamos que trate a todos com verdadeira igualdade, sem favorecimentos injustos (nem “kit gay”, nem “kit crente”: ao governo não cabe doutrinar nossas crianças, e um governo laico não deve impor uma religião disfarçada, como nos tempos do paganismo).

A segunda diferença é mais profunda, psicológica e espiritual: como se reage à perseguição? Se são fiéis às orientações de Jesus, os cristãos oram por seus perseguidores e os tratam com bondade, de acordo com Mateus 5.24. Já os gays se juntam em lobby para instaurar leis opressivas contra quem os persegue. Sei que pareço cometer uma injustiça quando generalizo, usando o termo “os gays”. Mas me pergunto: onde estão os homossexuais que não querem seus nomes associados a coações jurídicas? Onde estão seus blogs, suas petições, suas passeatas? Peço a vocês, homossexuais que não concordam com nada disso: levantem-se e clamem, por favor, antes que, caso aprovem o PLC 122, seja fomentada no país uma verdadeira cultura da imposição gay. A pecha de “autoritário”, em nossos dias, não é nada agradável. Vocês realmente acham que a opinião pública ficará a seu favor quando começarem a punir indiscriminadamente, subjetivamente, os ofensores “homofóbicos”? (E se puníssemos os “cristofóbicos” da universidade, como seria?) Por que não estimulam que se reaja com mais nobreza aos ataques não-violentos? (Contra os ataques violentos já existe lei.) Se vocês não são religiosos, precisam concordar, pelo menos, que o exemplo de Jesus é inspirador.

Quanto aos cristãos, há décadas ninguém dá a mínima por eles. Continuaremos sofrendo zombarias, desprezo, ameaças. O que faremos? Elaboraremos leis para calar à força e mandar para a prisão quem nos persegue? Não, de modo algum. Que Jesus nos ajude a cumprir a vontade do Senhor: “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus.”


Nota: As palavras neste post demonstram e muito o que eu penso em relação a isso, que a meu ver muitas dessas leis na verdade tem caráter eleitoreiro, por que se a constituição, fosse aplicada a risca, leis do tipo seriam desnecessárias.
E concordo com número, gênero e grau a "perseguição" a cristãos em universidades públicas, fato que muita das vezes temos que aguentar calado, e ser tratados como "irracionais" talvez até por não termos a coragem e o conhecimento para um debate.
Enfim, tentei me expressar da melhr maneira possível mas o sono tá batendo.
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